1 de jun de 2011

Novo ultrassom promete acabar com a flacidez e substituir a plástica facial


Vejam essa novidade que está chegando por aqui e foi anunciada recentemente na revista Vogue:

Novo aparelho de Ultrassom levanta e dá tônus à pele flácida, afastando cada vez mais a necessidade de cirurgias para combater o envelhecimento.

Nos últimos anos, com o aparecimento de lasers que derretem gordura e de tratamentos com CO2 fracionado que regeneram a pele, começou-se a especular que a plástica de rosto estaria com os dias contados. Ainda não chegamos lá, mas o lançamento do Ulthera – um novo aparelho que tem como objetivo tratar a pele que está flácida pela perda do tônus da musculatura que a sustenta – torna muito mais fácil imaginar um mundo em que pálpebras e bochechas caídas serão tratadas sem um único corte!

Pioneiro na capacidade de levantar e esticar a pele de modo visível, o Ulthera funciona a base de energia de ultrassom focada, modalidade usada para tratar pedras nos rins e tumores uterinos, graças a seu comprimento de onda de longo alcance. Funciona assim: a energia térmica circula em volta das camadas superiores da pele (aquelas convencionalmente alcançadas por outros aparelhos como o Fraxel e Thermage), aquecendo de forma segura o tecido subjacente, que se alinha aos músculos faciais. Esse tecido se contrai e o resultado é um lift imediato e duradouro.

“Essas camadas são as mesmas que os médicos esticam nas cirurgias plásticas de lifting facial”, explica Matthew White, cirurgião plástico da New York University e um dos principais pesquisadores envolvidos no aperfeiçoamento do aparelho em meados da década passada. Agora os pesquisadores estão empenhados em fazer com que o laser atue também nas camadas superficiais, estimulando a produção de colágeno e, consequentemente, disfarçando as rugas. “Chamo isso de efeito Spanx”, diz a dermatologista Patrícia Wexler, a predileta do Jet set de Manhattan, comparando o Ulthera à famosa cinta. “As bochechas levantam, a mandíbula estica, a sobrancelha não fica mais caída. Estamos na verdade esculpindo o rosto novamente. A maioria de meus pacientes percebe os primeiros resultados antes mesmo de sair do consultório. Um efeito secundário surge uns meses depois, à medida que o colágeno novo continua a se formar.”

Cirurgiões plásticos logo reagiram ao frisson em torno do Ulthera, alertando que ele não substitui o lift quando o tecido já está muito flácido. Eles recomendam o Ulthera para pacientes a partir dos 40 anos, quando a pele começa a cair. “Talvez você não esteja pronta para a cirurgia, ou talvez esteja usando preenchedores e botox, mas ainda assim precisa de ajuda para levantar a pele caída”, diz Wexler. “O Ulthera também é ótimo para combater as rugas ao longo do lábio superior, coisa que nenhum preenchedor consegue. ”Essas propriedades secundárias fazem Wexler sonhar com os efeitos potenciais em áreas como a pele extra na lateral dos seios e a parte interna do braço, além de joelhos e cotovelos.

Como a aplicação é feita com ajuda de imagens, os médicos conseguem visualizar cada camada de pele e músculo, à medida que trabalham, resultando em maior precisão e segurança. Ainda assim, como em qualquer tecnologia nova, há riscos e efeitos colaterais. “Hematomas, inchaço e uma sensação de tensão nos dias seguintes ao procedimento são sintomas esperados” adverte Wexler. O maior inconveniente do Ulthera é dor durante a aplicação. “Dá para sentir”, admite Wexler. “Mas acho que isso pode ser superado se você visualizar um rosto maravilhoso”.

Esperamos que seja mesmo essa maravilha que promete ser!

4 comentários:

  1. Quem sabe dizer quando chega o aparelho no Brasil? Haviam promessas para julho, será?

    Elise

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  2. O efeito do Ulthera é realmente melhor do que o do Thermacool?

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  3. As tecnologias do Ulthera e do Thermacool são diferentes, para saber qual é melhor teria que ser feito um estudo comparando os dois a longo prazo, o que acho que não foi feito até o momento.

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  4. Não sei se já chegou ao Brasil, acredito que ainda não...

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