3 de abr de 2012

Restaurante vegano em Balneário: a DUE indica!

O Restaurante Vegano Harmonia da Terra em Balneário Camboriu, fica pertinho da Clínica DUE, e me conquistou desde a primeira visita que fiz à casa.

Uma casa de madeira, verde e branca, com um jardim muito arborizado, florido e verde, com um ar de casa na árvore, que não combina com uma cidade toda concretada como a nossa, essa é que é a verdade.

Perfeito para dar uma fugida no meio do dia da correria do trânsito, do cinza da cidade cheia de cimento e fumaça e curtir um verdinho...

O ambiente é aconchegante e a comida deliciosa. Quem diria que uma comida natural e vegana poderia ser tão saborosa e temperada? Very, very good!

E a cada dia que você vai lá eles surpreendem com novidades mais interessantes e diferentes! Até meu marido que adora um bacon amou o restaurante (sucesso total!!!).

Experimente essa dica que vale muito a pena!

Endereço:
Rua 1926, nº31
Balneário Camboriú, Fone: (47)3344-5572




Conheça abaixo um pouco mais sobre o veganismo:

Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas.

O número de veganos está crescendo. Em 1997, 3% das pessoas nos Estados Unidos anunciaram não ter usado nenhum produto de origem animal nos últimos 2 anos. Em 2007, 2% do Reino Unido se declararam como veganos. O número de restaurantes veganos está crescendo, de acordo com o Oxford Companion to American Food and Drink (2007). Tem sido mostrado que pessoas em dietas que incluem comidas de origem animal tem mais probabilidades de terem doenças degenerativas, incluindo doenças do coração. A Associação Dietética Americana e a de Nutricionistas do Canadá consideram a dieta vegetariana como apropriada para todos os estágios do ciclo de vida, embora eles ainda alertem que uma dieta vegana mal planejada pode ser deficiente em vitamina B12, ferro, vitamina D, cálcio, iodo, e ácidos graxos ômega 3.

O termo inglês vegan foi criado em 1944, numa reunião organizada por Donald Watson (1910 - 2005) envolvendo 6 pessoas (após desfiliarem-se da The Vegetarian Society por diferenças ideológicas), onde ficou decidido criar uma nova sociedade (The Vegan Society) e adotar um novo termo para definirem a si próprios.

Trata-se de uma corruptela da palavra "vegetarian", em que se consideram as 3 primeiras letras e as 2 últimas para formar a palavra vegan.

Em português se consideram as três primeiras e as três últimas letras de vegetariano, na formação do termo vegano (s.m. adepto do veganismo - fem. vegana).

Os veganos boicotam qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de manufatura.



Para o vegano, animais não existem para servirem os humanos, assim como o negro não existe para servir o branco nem a mulher para servir o homem. Cada animal é dono de sua própria vida, tendo assim o direito de não ser tratado como propriedade (enfeite, entretenimento, comida, cobaia, mercadoria, etc). Dessa forma veganos propõem uma analogia entre especismo, racismo, sexismo e outras formas de preconceito e discriminação.

Preferem usar os termos "animais não-humanos" ou "seres sencientes", em vez de "irracionais".

Muito importante diferenciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta, mas sim uma ideologia baseada nos direitos animais, que obviamente pressupõe uma alimentação estritamente vegetariana.

Artigos em peles, couro, lã, seda, camurça ou outros materiais de origem animal (como adornos de pérolas, plumas, penas, ossos, pêlos, marfim, etc) são preteridos, pois implicam a morte e/ou exploração dos animais que lhes deram origem. Sendo assim, um vegano se veste de tecidos de origem vegetal (algodão, linho, etc) ou sintéticos (poliéster, etc), mantendo o cuidado de não exagerar com consumismos que também, mesmo que indiretamente, geram degradação/negação aos animais.

Excluem da sua dieta carnes, gelatina, lacticínios, ovos, mel e quaisquer alimentos de origem animal. Consomem basicamente cereais, frutas, legumes, vegetais, hortaliças, algas, cogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal.

Pessoas em dietas que incluem comidas de origem animal tem mostrado ter maior probabilidade de ter doenças degenerativas, incluindo doenças do coração. De acordo com o Guia de Nutrição para Americanos de 2010, um relatório emitido pelo Departamento de Agricultura Americano e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos Americano, uma dieta vegetariana é associada com baixos níveis de obesidade e risco reduzido de doenças cardiovasculares. De acordo com um estudo da EPIC-Oxford, uma dieta vegetariana fornece grandes quantidades de cereais, grãos, nozes, frutos e vegetais, e assim sendo, é uma dieta rica em carboidratos, omega-6, fibras, carotenóides, ácido fólico, vitamina C, vitamina E, e magnésio. A dieta vegana é mais restrita, e as recomendações são diferentes. Dietas veganas mal planejadas podem ter baixa quantidade de vitamina B12, cálcio, ácidos graxos omega-3, vitamina D, ferro, zinco, riboflavina (vitamina B2) e iodo.

A Associação Dietética Americana (The American Dietetic Association) e os Nutricionistas do Canadá (Dietitians of Canada) disseram em 2003 que uma dieta vegana planejada apropriadamente é nutricionalmente adequada para todos os estágios de vida, incluindo gravidez e amamentação, e provê benefícios de saúde no tratamento e prevenção de certas doenças. A Comissão Federal de Nutrição Suíça (Swiss Federal Nutrition Commission) e a Sociedade Alemã de Nutrição (German Society for Nutrition) não recomendam uma dieta vegana, e alertam para cuidados com crianças, grávidas e idosos que sigam essa dieta.

Os médicos John A. McDougall, Caldwell Esselstyn, Neal D. Barnard, Dean Ornish, Michael Greger e o bioquímico nutricional T. Colin Campbell argumentam que altas quantidades de gorduras animais e dietas ricas em proteínas, como a dieta padrão americana, são prejudiciais para a saúde, e que uma dieta vegana de baixa gordura pode prevenir e reverter doenças degenerativas como a doença arterial coronariana e a diabetes. Uma pesquisa de 2006 da Barnard descobriu que em pessoas com diabetes tipo 2, uma dieta vegana de baixas quantidades de gorduras reduziu o peso, o colesterol total e o colesterol LDL, e foi muito melhor do que a dieta prescrita pela Associação Americana de Diabetes (American Diabetes Association).

O estudo vegetariano de 12 anos da Oxford com 11.000 pessoas recrutados entre 1980 e 1984 indicaram que veganos tinham menores concentrações de colesterol total e LDL do que carnívoros. Índices de morte eram menores em pessoas que não comiam carne do que nos que comiam; a mortalidade por doenças isquêmicas do coração era positivamente associada com o consumo de gorduras animais e com o nível de colesterol na dieta. O estudo também sugeriu que os veganos no Reino Unido podem estar com risco de deficiência de iodo por causa de deficiências no solo.


De acordo com a Associação Dietética Americana (The American Dietetic Association) e os Nutricionistas do Canadá (Dietitians of Canada), dietas que evitam carne tendem a ter níveis baixos de gorduras saturadas, colesterol e proteína animal, e tendem a ter níveis maiores de carboidratos, fibras, magnésio, potássio, ácido fólico e antioxidantes como as vitaminas C e E e fitoquímicos. Pessoas que evitam carne tem reportado terem menor índice de massa corporal do que pessoas numa dieta americana ou canadense. E pessoas que evitam carne tem baixos índices de morte por doenças isquêmicas do coração, baixo nível de colesterol no sangue, baixa pressão sanguínea, e baixos índices de hipertensão, diabetes tipo 2 e câncer de próstata e colo de útero.

Uma meta-análise de 1999 de cinco estudos comparando os índices de mortalidade de vegetarianos e não-vegetarianos em países do leste descobriu que a mortalidade por doenças isquêmicas do coração era 26% menor entre veganos comparado com a maioria dos carnívoros, mas 34% menor entre lacto-ovo vegetarianos (vegetarianos que comem laticínios e ovos) e pescetarianos (aqueles que comem peixes, mas nenhuma outra carne). Se acredita que o baixo índice de proteção para veganos comparado com pescetarianos ou lacto-ovo vegetarianos está ligado com os altos níveis de homocisteína, que é causado por insuficiência da vitamina B12, e acreditam que veganos que consomem níveis suficientes de vitamina B12 devem mostrar níveis de risco de doenças isquêmicas do coração menores ainda do que lacto-ovo vegetarianos. Nenhuma diferença significativa de mortalidade por outras causas foi encontrado.

São divulgadas entre a comunidade vegana extensas listas de marcas e empresas de cosméticos e produtos de limpeza e higiene pessoal não testados em animais.

Não caçam, não promovem nenhum tipo de pesca, e boicotam qualquer "esporte" que envolva animais.

O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano, que é comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.

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